Na Disciplina Positiva, tais métodos educacionais ferem a dignidade e o direito que as crianças têm ao respeito. Saiba mais!
Publicado em | Categorias: Comportamento, Desenvolvimento Infantil, Por idade, 0 a 2 anos, 2 a 5 anos, 5 a 10 anos, Acima de 10 anos, Colunistas, Home
04.06.2018 - Quando você está nervosa com um colega de trabalho porque ele não fez algo da maneira que você esperava, você aponta o dedo na cara dele e lhe dá um sermão sobre como as coisas precisam ser feitas? O chama de mocinho(a) ao final da frase? Acredito que não.
Então, se nós não lidamos com um adulto dessa forma justamente por tratar-se de uma atitude desrespeitosa, por que tratamos assim as crianças, principalmente quando perdemos a paciência? É algo a se pensar.
Maria Clara Freitas
Mãe do Gabriel, coach e consultora em educação não-violenta. No site Mães Amigas, escreve sobre Disciplina Positiva, área na qual possui especialização.
Instagram: @coracao.materno
Site: www.mariaclarafreitas.com
Primeiramente, nós, pais, precisamos mudar a visão que temos sobre as crianças. É preciso entender que os pequenos são iguais a nós. "Nossa, mas sou igual a meu filho?!". Não em conhecimentos e habilidades, mas em dignidade e respeito, sim, você é. Parece óbvio, né? Mas na prática, como citado anteriormente, é comum nós não agirmos de acordo com isso.
Uma vez entendido o conceito de que crianças são iguais em dignidade e respeito, nós poderemos começar a praticar o que, na Disciplina Positiva, nós chamamos de liberdade com ordem.
As crianças precisam de ordem para se sentirem seguras e entenderem qual o seu papel dentro da casa e na sociedade. Porém, elas também precisam de liberdade para descobrir as suas preferências, fazer escolhas e sofrer as consequências dessas escolhas. Dessa forma, os pequenos entram em contato com a responsabilidade.
Por isso, os profissionais e adeptos da Disciplina Positiva acreditam que, através desse conceito, a criança será educada com firmeza e gentileza ao mesmo tempo, sendo, portanto, um meio termo entre o autoritarismo e a permissividade. Essa diretriz permite que a criança desenvolva a percepção de que é capaz e use essa capacidade pessoal de maneira útil, melhorando a própria vida e a vida das pessoas à sua volta.
Perceberam como a Disciplina Positiva é muito mais ampla e profunda do que simplesmente um conceito que se resume à forma de educar em que não se fala "não"? Tal método tem como principal objetivo auxiliar pais e professores no desenvolvimento e educação das crianças e adolescentes, através de ferramentas simples e práticas.
Um grande desafio para todos nós, não é mesmo? Para nossa sorte, a Disciplina Positiva não é apenas uma teoria, mas sim uma forma de viver a vida. Por isso, ela nos fornece mais de 50 ferramentas práticas que nos ajudam a trilhar esse caminho.
Em breve, irei compartilhar muito mais sobre esse delicioso mundo novo com vocês!
Um abraço carinhoso,
Maria Clara
Maria Clara Freitas
Mãe do Gabriel, coach e consultora em educação não-violenta. No site Mães Amigas, escreve sobre Disciplina Positiva, área na qual possui especialização.
Instagram: @coracao.materno
Site: www.mariaclarafreitas.com
Primeiramente, nós, pais, precisamos mudar a visão que temos sobre as crianças. É preciso entender que os pequenos são iguais a nós. "Nossa, mas sou igual a meu filho?!". Não em conhecimentos e habilidades, mas em dignidade e respeito, sim, você é. Parece óbvio, né? Mas na prática, como citado anteriormente, é comum nós não agirmos de acordo com isso.
Uma vez entendido o conceito de que crianças são iguais em dignidade e respeito, nós poderemos começar a praticar o que, na Disciplina Positiva, nós chamamos de liberdade com ordem.
As crianças precisam de ordem para se sentirem seguras e entenderem qual o seu papel dentro da casa e na sociedade. Porém, elas também precisam de liberdade para descobrir as suas preferências, fazer escolhas e sofrer as consequências dessas escolhas. Dessa forma, os pequenos entram em contato com a responsabilidade.
Por isso, os profissionais e adeptos da Disciplina Positiva acreditam que, através desse conceito, a criança será educada com firmeza e gentileza ao mesmo tempo, sendo, portanto, um meio termo entre o autoritarismo e a permissividade. Essa diretriz permite que a criança desenvolva a percepção de que é capaz e use essa capacidade pessoal de maneira útil, melhorando a própria vida e a vida das pessoas à sua volta.
Perceberam como a Disciplina Positiva é muito mais ampla e profunda do que simplesmente um conceito que se resume à forma de educar em que não se fala "não"? Tal método tem como principal objetivo auxiliar pais e professores no desenvolvimento e educação das crianças e adolescentes, através de ferramentas simples e práticas.
Um grande desafio para todos nós, não é mesmo? Para nossa sorte, a Disciplina Positiva não é apenas uma teoria, mas sim uma forma de viver a vida. Por isso, ela nos fornece mais de 50 ferramentas práticas que nos ajudam a trilhar esse caminho.
Em breve, irei compartilhar muito mais sobre esse delicioso mundo novo com vocês!
Um abraço carinhoso,
Maria Clara