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Ricardo
Pai da
Um Amor Perfeito
É como defino o cuidar de minhas garotas. Uma, entrou na minha vida e tudo foram flores: fotos, passeios, carinhos entre o casal, conversas com a barriga, momento música (rock e classicos - mas como assim?) com o Papai... divertido no exame anterior ao de saber o sexo: "ou é menina, ou é miúdo que nem o Pai"...
Nasceu. Cara de joelho, já vi um queixo igual ao meu (#chupaDNA), ligou o interruptor do choro e foi lindo! Ao ser colocada na balança pela enfermeira, super chorando ainda, aproximo e falo: "Filha, Papai está aqui"... parou de chorar imediatamente e olhou pra cima. Sei lá se me viu, mas acredito que sim! E transformou um Ogro Rockeiro e Maluco em Papai, naquele momento...
Os desafios aparecem, são superados, Mamãe agora é só Mãe, Papai sente isso, conflitos... Papai #chateado mas, quando chora, a prioridade se foca! E como! Dormir? Só para os fracos. E lá se vão 2 meses e, olha só: Mamãe é esperta e consegue moldar seu soninho (já não era sem tempo). Mas quando acorda à noite, ainda priorizamos você.
E me deu um sorriso. Lindo! Mostrando que consegue recompensar-me por qualquer coisa... E aguarda diariamente o momento em que o Papai vai tocar a bateria pra ir junto. Quem disse que consigo mandar algum groove, preocupado com o ouvido da Miúda? Mas não desce do colo, e tenho que tocar com ela atravessando no chimbal mas, e daí? Nos divertimos também nisso!
Lá se vão meses... um ano chegou e já passou, e sinto que sou agraciado. Pela Mamãe maluca, chata, brava, em depressão pós parto (que eu descobri tb um novo Amor que não sabia sentir por ela), e minha Linda Filha. As quais, enquanto haver oxigênio em meus pulmões, estarei pronto pra caminhar juntos rumo a um estado que, definitivamente, ao entrar nessa aventura de ser Pai experimento diariamente: a Felicidade